domingo, 20 de novembro de 2016

Para uma boa semana!


Show do Alceu Valença (19/11/16)... Assisti-lo de perto, simplesmente lindo!
Precisava, pois pensar, pensar, pede dançar conforme a música...
Prometo essa semana colocar as leituras dos blogs em dia ;-)

Boa semana!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Curta o curto LXII

A coragem é ovacionada na decisão, mas a vitória pertence ao repudiado...

domingo, 6 de novembro de 2016

Antes do cochilo

Nem sempre pensar, pensar... é preciso dormir também...
A semana ré-inicia e o que mudar?
Nós com nós... desatar a caminhada rumo à evolução...
Vamos à ação?

sábado, 29 de outubro de 2016

Sobre a paz que procuro...

(...)Ela já acreditou no amor, mas não sabe mais
Ela é um disco do Nirvana de 20 anos atrás
Não quer cinco minutos no seu banco de trás
Só quer um jeans rasgado e uns quarenta reais
Ela é uma letra do Caetano com flow do Racionais
Hoje pode até chover, porque ela só quer paz(...)
Projota - Música: Ela só quer paz - Clique aqui para ouvir!



Dormir, acordar no horário,
O sono é embalado pela sensação de que fez o melhor
E não pensar em "se"...

Levar-se pelas marés, sem afogar-se...
Boiar no que é bom, jogar os pesos...
Ficar leve com o que foi feito e decidido por outrem...
O outro fez um favor, aceitar dar as braçadas...

Não buscar justificativas, ficar com o agora...
Deixar o depois para amanhã e ainda sim conviver com a urgência, sem pressa...
A sensação de dever cumprido...
Essa é paz tão sonhada!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A SEPARAÇÃO DEVERIA SER UMA CONSTRUÇÃO A DOIS - POR FABRÍCIO CARPINEJAR

Se a paixão é uma invenção a dois, com troca de projetos e planos, a separação não pode continuar sendo uma decisão unilateral.
Não pode seguir como uma intervenção egoísta. O que costuma ocorrer é um desabafo desinteressado: "Não quero mais, e que cada um siga seu caminho". 
Toda uma história em comum é jogada fora.
Quem começou a brincadeira deve ter a coragem de terminá-la, e não sair no meio porque acabou a vontade.
O fim também precisa ser uma construção do casal, e não somente para casais com filhos.
É essencial sentar frente a frente e entender o que aconteceu de errado, avaliar as crises e rupturas, descobrir onde a lealdade desanimou, onde o remorso se agigantou.
Ser um casal também na despedida, partilhando as lembranças e a autoria dos problemas.
Talvez venha a nascer, da compreensão, a amizade e, quem sabe, o renascimento da atração.
Reunir-se com calma e carinho para expor o que não funcionou, e para experimentar um luto menos sofrido, com a distribuição dos lugares a frequentar e modos de interagir.
Sou favorável a uma última viagem do par que está se afastando. O contrário de uma lua de mel.
Ao definir o término, os dois tirariam uma semana de folga para ficar uma semana relaxando e dormindo no mesmo quarto, trancado num resort.
Assim como existem cursos de treinamento profissional em hotel, fariam um destreinamento sentimental, destinados a resolver as diferenças e não respingar ódio e raiva entre os amigos e conhecidos.
A dupla atravessaria uma imersão amorosa forçada, férias de ruptura, para passar a limpo o relacionamento. De preferência num lugar bem bonito, uma ilha paradisíaca, em que os hóspedes são enamorados e dispostos.
Não haverá melhor teste de resistência. Ambos vão tirar uma febre se realmente desejam permanecer longe, ou se era somente uma fase triste de cansaço e estresse, o que chamo de blecaute de personalidade.
Com outros casais por perto, estarão sujeitos ao extremo dos sentimentos, vulneráveis à nostalgia, à inveja e à angústia.
Haverá ainda crises de ciúmes em caso de amor sincero (Onde esteve? com quem estava conversando?) ou de indiferença na hipótese de rompimento verdadeiro.
Será que suportariam café na cama e jantar à luz de velas? Será que resistiriam a uma praia ensolarada? Será que sobreviveriam a uma rodada de drinques coloridos e afrodisíacos? Será que não cederiam às tentações da recaída em ambiente romântico?
Pois, quem quer se afastar, não dará a mínima ao luxo e ao conforto, estragará qualquer cenário com sua implicância.
Mas aquele que, por dentro ainda está casado, verá no desfecho mais uma esperança de ser feliz.
Terminar é também se entender e se fazer entender.

domingo, 23 de outubro de 2016

Sobre o parentesco...

Difícil... quem disse que não seria?
Os maiores testes precisam ser enfrentados no nosso próprio lar, no conforto do teto encontramos a angústia do convívio, as diferenças que podem ser indiferenças para uns, lágrimas para outros... 

Embora transmitam uma verdade que é rara nas ruas, transitam pela curva do estresse, com doses de incoerências engolidas a seco... Algumas vezes temos direito à água... outras não podemos desistir, não baixamos a bandeira, apenas a lavamos e reerguemos mais alto, gritamos mais alto... No duelo de grito todos perdemos a voz...

Não é possível que seja um eterno agora, certamente houve um antes... esse antes pertence ao nosso presente que determinará nosso futuro... Estamos em uma escola diária e quem preenche os diários somos nós mesmos... Escolher sofrer, magoar-se, rir ou relaxar são avaliações duras...

Facilmente corremos para a força materna, os conselhos paternos, os ouvidos ou piadas fraternas... Dificilmente será apenas perfume... os diferentes odores nos dão força para evoluir...

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Mensagem nunca enviada

Sabe os meus planos? Os seus viraram nossos...
...E meu desejo de ser mãe antes dos 30, de cozinhar para você, usar mais a máquina de café, recebê-lo feliz do trabalho?!... Pois é... você não se culpa, mas quantas vezes chegou estressado e deixou-me isolada? Quantas vezes deixou de regar o amor que dizia ter plantado?
Sou mãe solteira de um bonsai que mostra o quanto foi bom e o quanto pode melhorar... Está com novas folhas, mais vida... Eu rego todos os dias... Pensei em você ao escrever, pensei na sua felicidade em estar só e poder ouvir meu oi, sua culpa mais leve e eu sem culpa... Acabaram os caracteres, fica a amizade...

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Sobre o acaso...

Recebi de uma amiga, durante essa semana, um link de um texto que citava três tipos de pessoas que encontramos na vida: presente, lição e teste. Resumidamente, falava que:
1 -  a "pessoa presente" é aquela que amamos, que nos traz coisas boas;
2 - a "pessoa lição" é aquela que nos ensina, com quem aprendemos e evoluímos, seja pela dor ou amor;
3 - a "pessoa teste" é o desafio, a pessoa que bagunça nossa vida para encontrarmos a nós mesmos.

E tudo isso para dizer que cada encontro que temos em nossa vida tem um propósito!... Eu acredito nisso, que nada é por acaso, tudo acrescenta e nos ensina...
Embora eu possa ter pensado encontrar apenas relacionamentos testes, posso dizer que, apesar da mágoa (probleminha difícil e que preciso superar), sinto que já fui premiada com uma pessoa presente e lição (após passar por uma pessoa teste)...

Não estou mais nesse relacionamento, mas aprendi tanto, amei tanto... Ganhei um "melhor amigo", ouvidos pacientes e um companheiro de aventuras inesquecível!... Penso que, provavelmente, fui apenas o teste, ou a lição... Porque não sentimos o que o outro sente, sei que dei o melhor de mim, mas o nosso melhor nem sempre é o que o outro espera... De repente, o outro precisava apenas do teste, para conseguir seguir com seus planos que não envolvessem ninguém.

Não, não fico feliz em ser quem bagunça e já não me culpo mais... Fui uma pessoa inteira que quis uma pessoa inteira, mas o papel que desempenhamos na vida do outro ganha pontos de vistas pessoais... Espero, ao menos, ter sido em algum momento presente e ter deixado lições...

Quem sabe agora venha apenas o presente... Pelo menos temos de viver o presente e ter a certeza de que há um propósito que nem sempre compreendemos no momento...

Microconto V

Era tão desastrado, mas tão desastrado que foi esmagar o coração alheio e acabou tropeçando no próprio!...

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

*** Postagem retirada do blog que sigo***

Os passarinhos cantam que:

Você é isso...



"Tudo que você possui pode ser perdido, pode ser roubado, pode ser removido. 
No fim, a morte separará você de suas posses. 
Somente aquilo que você se tornou não pode ser removido. 
Nem a morte o separa disso. Você não tem isso, você é isso." 

Osho


Retirado do lindo blog: http://passarinhosnotelhado.blogspot.com/#ixzz4NN0Pi1bi

Curta o curto LXI

O escarro precede o cuspe... às vezes...

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Sobre algumas cartas...



Sempre escutei/li poemas de Fernando Pessoa (Álvaro de Campos), prendendo-me aos versos: "Todas as cartas de amor são ridículas"... Bom, não consigo parar de pensar nos múltiplos significados depreendidos...

Depois, pós-muitascoisas-chaticesdiárias, fiquei relendo algumas cartas... Puxa! Engraçado como soam vazias depois de um tempo... soam ridículas, promessas que se desfizeram na primeira crise!... O poema soa uma profecia que se perpetua...
E mais engraçado ainda deve ser a compreensão da relevância delas por parte da geração e-mail, WhatsApp, Facebook... (Sim, ainda as escrevo...)

Sou uma ridícula nata, tenho talento para tal, inclusive valorizo as cartas ridículas alheias... Poderia, talvez, inscrever-me em uma nova vaga de emprego: crítica de cartas de amor... Certamente aprovaria todas!... Cada sentimento é único, marcado por um presente que perdura em letras, mas não necessariamente em sentires... É preciso respeito...

Citações de poetas, músicas, filmes, vale tudo na hora de escrever cartas de amor... Mas o ideal seria lê-las e jogá-las ao vento... Afinal, letras imortalizam-se e ações nem sempre condizem com escritas... Quantas vezes prometemos algo e não cumprimos? E, pior, quantas vezes escrevemos algo e não cumprimos? Isso é uma faca cortante que algum equilibrista-destinatário irá atravessar...