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| (Imagem retirada do Google) |
Esbarro e hesito depois...
O depois é o entardecer,
O sol há muito se esconde,
As nuvens há tempos escurecem-se...
Fito o abismo e sou fitada...
Adesivada num buraco,
Adereço do abismo,
Abismada com o insondável...
Não sei se dói o pé ou o pesar...
Logo eu que não vejo no breu,
Apesar que há luz invisível,
Como há flores temporãs!...



