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(Imagem retirada do Google) |
Terra adubada, chuva escassa.
Em segredo: canções tristes;
E me inundo de melancolia.
Coso enternecida poesia
Arremato, passo, não lavo.
Bordo pérolas, visto-me;
Frio acalentado, algumas rosas despertam...
Semente pérfida - perece.
Gestos silentes - crescem.
Jardim ávido - esqueces.
Palpitações vãs - padecem.
Ao semear e coser;
Sementes maviosas destacam-se dos meus olhos;
Escorrem frementes,
[terra umedecida.
Doce Flor, a melancolia se destaca, feito aero-planador que navega mares de lágrimas... se alçapão abre as portas, alce vôo para longe do agreste, pois celeste flor tu és e não há sombras que não curvem perante o seu brilho.E terra não há que não se renda à lágrimas tuas fazendo brotar amor em flor.
ResponderExcluirSidnei!!!!
ResponderExcluirBelíssima poesia a enfeitar meu canteirinho... Poesia essa a afagar as linhas do tecido bordado acima ;)...
Obrigada!!!