Por que meu relógio faz tique-taque e o seu não tem bateria?
Por que eu gosto de declarações e você de(r)reter ações?
Por que eu quero vários sábados e você vários domingos?
... às vezes parece que eu sou o quê... sem por nem tirar...
Poemas, críticas, resenhas, abuso de reticências, desabafos e versolivrismo e livreversismo...empadinhas com um único palmito... Ideias sufocadas...
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Ruga-ai!
(Imagem retirada do Google)
"Toda intimidade é ódio economizado" (CARPINEJAR, Fabrício.Veneno , p. 272. IN: O amor esquece de começar) |
A velhice pega-me de surpresa e bate à porta -
- quem abre é ele!...
Minhas rugas são aparentes e os parentes rugem...
E ele toca cada sulco...
As meditações têm auxiliado os desgastes...
E situações, presunções.. também!!!
Sinceramente, frutos de ações e inações já vêm podres da horta!...
E a aorta dele está torta...
... Quem sabe vou a Montevidéu e as rugas ao beleléu!!!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Curta o curto XXXIV
... Às vezes finjo que não consigo abrir o vidro:
Só para vê-lo sorrir...
... E ambos com a sensação de dever cumprido!...
Só para vê-lo sorrir...
... E ambos com a sensação de dever cumprido!...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Curta o curto XXXIII
Se eu não o vejo...
... Cego-me e o resto:
É monocromático diante do caleidoscópio do estar lado a lado...
... Cego-me e o resto:
É monocromático diante do caleidoscópio do estar lado a lado...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Lenda Tua
![]() |
| (Imagem retirada do Google) |
Tu és corpo celeste e eu planta aquática...
Beijo delicadamente a água doce que toca seus pés;
Afago os cabelos lunares na imã-téria...
Tantas outras plantas... Mas eu tenho flor!..
Tu és todo tão... e eu quero ser tua...
Tu és luar... eu flor secular...
Rodeio n’água para alcançar-te;
Perfumo-me com brilhos que irradia...
... Sou vitória régia sem vencer... Sem reger!...
Ainda... não sei...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Curta o curto XXXII
Quer ajuda?
Quero!Mas amanhã...
E hoje a ajuda veio, amanhã não...
... A culpa é de quem viveu o depois!
Porque é mais fácil culpar o outro,
Do que re-fazer...
Quero!Mas amanhã...
E hoje a ajuda veio, amanhã não...
... A culpa é de quem viveu o depois!
Porque é mais fácil culpar o outro,
Do que re-fazer...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Curta o curto XXXI
Day after day é regador,
Já que amor é jardim...
Flor não é adorno de janela...
Tampouco fica [em] solitário à mesa...
Já que amor é jardim...
Flor não é adorno de janela...
Tampouco fica [em] solitário à mesa...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Resenha: Um Artista da Fome - Franz Kafka
| (Imagem retirada do Google) |
Enquanto meio de expressão e operação construtiva, o conto “Um Artista da Fome” é o indicado hoje. Franz Kafka soube, brilhantemente, trabalhar com imagens assumidas e recodificadas pelo discurso, originando um conjunto de elementos de apreensão muitas vezes difícil, dada a complexidade presente em sua obra.
Quando Franz Kafka expõe um jejuador profissional “trabalhando” e sendo admirado por algumas crianças:
“Maravilhando-se ante o homem pálido, de costelas salientes, que vestia justas calças negras e não tinha sequer uma cadeira, sentando-se na palha espalhada no chão (...) estendendo de vez (em quando) o braço através das grades, para que verificassem como estava magro” (KAFKA, 2007, p.3).
Deparamos-nos, neste trecho, com a descrição do estado físico em que se encontrava o jejuador, atendo-se ao uso de expressões adjetivadas: “homem pálido”, “costelas salientes”, “justas calças negras”, para exprimir e destacar a situação do mesmo, assim como a ideia de condição inferior, buscada por si próprio.
Kafka propõe até mesmo a desumanização do que, em uma visão exterior, seria humano, tanto é que coloca o jejuador em uma situação inferior, e porque não, animalesca, por ser portador de uma significação maior.
O ABSURDO na obra de Kafka ganha dimensões sensoriais e emocionais...
Recomendo!
Nadine Granad.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
"Ele" gosta desgostando...
![]() |
| (Imagem retirada do Google) |
"Ele" não gosta dos poemas dirigidos...
(que fatalmente capta...)
... Mas será que à direção não têm atalhos ou desvios?
Será que não é um pouco de tudo?
Ou uma das minhas pitadas que muito temperam?
"Ele" não gosta de manha...
... Mas eu gosto das manhãs ao seu lado...
Será que é manha querer todas as manhãs?
Ou uma das minhas crises de TPM?
(fatalmente capta!)
"Ele" não tem paciência...
... Mas eu espero... e quase uma vida...
(capta?)
Será que ele tem pressa para viver e não para me vi-ver?
Ou eu quem não sinto sua ubiquidade?
"Ele" não gosta de pessimismo...
... Mas a insegurança, por vezes, não é gasolina?
Será que o não saber e esperar que saiba é temer?
Ou eu sou covarde porque sou um não-saber?
(captura.)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Curta o curto XXX
Engraçado como 5 minutos podem ser 30,
Como também podem ser 1...
... A saudade toma mais tempo...
O ausente consegue roubar, à distância, mais que 30 dos 5
- E eu não acho graça!
Como também podem ser 1...
... A saudade toma mais tempo...
O ausente consegue roubar, à distância, mais que 30 dos 5
- E eu não acho graça!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Curta o curto XXIX
O mesmo bordão usado para mais de dois,
não deve passar de um mero borrão?
Ou um mesmo bordão - dito a terceira pessoa,
não deve passar a borracha por cima?!
não deve passar de um mero borrão?
Ou um mesmo bordão - dito a terceira pessoa,
não deve passar a borracha por cima?!
sábado, 9 de julho de 2011
Curta o curto XXVIII
Retiraram teu apêndice...
Poderiam igualmente retirar os primeiros capítulos
- Eu costuraria nova Introdução!
Poderiam igualmente retirar os primeiros capítulos
- Eu costuraria nova Introdução!
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