Ligou... não somente em/no aparelho;
Mas [há] algo cá dentro!...
Poemas, críticas, resenhas, abuso de reticências, desabafos e versolivrismo e livreversismo...empadinhas com um único palmito... Ideias sufocadas...
quarta-feira, 23 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Curta o curto VI
A incerteza aplaude meu tremor;
minha paralisia;
o não ir... o não vir... impelir!
Vamos?!
minha paralisia;
o não ir... o não vir... impelir!
Vamos?!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Curta o curto IV
Sei que a saudade é estaca...
O tempo insiste em cravar!
Pac, pac...
Mais uma veia... mais uma vez!
Nenhum dedo!
O tempo insiste em cravar!
Pac, pac...
Mais uma veia... mais uma vez!
Nenhum dedo!
Afagos raptados! AMOR
(Foto de Flaviele Leite. Capta o amor em essência)
Continua o sequestro por alguns dos blogs que tanto admiro...
Trechos (ou não) com as respectivas fontes!...
Abraços carinhosos em todos =)
AMOR
I
Quero juntar meu olhar com várias emoções,
ferver minhas mãos com outras até senti-las doer,
perder as prisões que me acanham
e me enclausurar em detalhes que,para sempre, me inspirem.
(THOMAS ALBUQUERQUE. In: http://tasapreciacao.blogspot.com/)
II
Vou tecer um cachecol com teu gemido
Roubar as flores deste vestido
E replantar em mim o teu refrão
Eu quero ser a tua decisão...
E vou dizer, meu céu
This it:
Teu ponto de partida
é meu coração
(JAIR FRAGA. In: http://jairfragavneto.blogspot.com/)
III
O pulso do meu coração demarca o limiar das horas;
No não tempo em que bate arritmico dita as não regras...
Meu amor não tem tempo nem regras,
Acorda sempre para não dormir, vive sempre para não morrer.
Hoje apaixonado, calaram!
Mas digo sou inteiro,
Me sentindo mera metade
De algo muito maior!...
(SIDNEI CORDEIRO. In: http://alendalua.blogspot.com/)
IV
Ca(lar)
Minha casa
não é aqui
nem lá.
Eu moro dentro de você
e você dentro de mim
é qualquer lugar.
(ÍGOR ANDRADE. In: http://fugadointelecto.blogspot.com/)
V
Ao papel do tempo
não resiste, -
vento que insiste
em soprar os véus...
Eles vão caindo,
caindo...
E ela vai indo,
indo...
Paixão é imperativo, sim,
mas só o amor
sobrevive a gerúndios;
dizem...
(JU RIGONI. In: http://jurigoni.blogspot.com/)
VI
Não sei se do amor agora sou dono
Ou se ele faz de mim papel carbono
Com que extravasar em papéis a tinta
Que embora diáfana se enfraqueça
Tão logo me passe pela cabeça,
Exata chega a quem quer que me sinta.
As noites de sono foram embora,
Por ausente o sonho... que agora, enfim,
Desperta na cama ao meu lado – fora...
Assim... do lado de fora de mim...
(LEANDRO HENRIQUE. In: http://anjomalandro.blogspot.com/)
VII
o amor às vezes é ilha
que só se encontra
quando se naufraga
(GERALDO DE BARROS. In: http://semcatraca.blogspot.com/)
VIII
O melhor
do amor,
à minha maneira,
não é amá-lo
inteiro,
mas inteira
(RENATA DE ARAGÃO. In: http://docedelira.blogspot.com/)
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Boca com flores
(Belíssima imagem por Flaviele Leite)
Primavera Nos Dentes
Composição: João Ricardo/João Apolinário
Quem tem consciência para ter coragem
Quem tem a força de saber que existe
E no centro da própria engrenagem
Inventa a contra-mola que resiste
Quem não vacila mesmo derrotado
Quem já perdido nunca desespera
E envolto em tempestade decepado
Entre os dentes segura a primavera
Composição: João Ricardo/João Apolinário
Quem tem consciência para ter coragem
Quem tem a força de saber que existe
E no centro da própria engrenagem
Inventa a contra-mola que resiste
Quem não vacila mesmo derrotado
Quem já perdido nunca desespera
E envolto em tempestade decepado
Entre os dentes segura a primavera
... E não tenho certeza do SER;
O verbo deveras me cala...
E o que antes, claro... hoje anoitece;
Palavras tecem os suspiros!
Sem perder a candura... perde-se a cabeça!...
Achemos o caminho... a Pasárgada escondida...
A cama para que o desespero repouse...
Sua não-cabeça em mantos primaveris!...
Ó SER que não sabe sê-lo!
Que não sabe dos quereres;
Que nada sabe... mas a tudo sente!...
Carregai-me com as flores... em seus dentes!...
domingo, 6 de junho de 2010
Curta o curto III
... E fez dos poemas cópias ocultas!...
Não se pode esconder o que [se] sente!
Pudera ter o domínio do DELETE... às vezes...
Não se pode esconder o que [se] sente!
Pudera ter o domínio do DELETE... às vezes...
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Curta o curto I
Queria gritar... mas a calada da noite me cala...
Os tendões inflamados inflamam o sono...
Logo chega!...
Os tendões inflamados inflamam o sono...
Logo chega!...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Do sábado de cada dia...
Disse-lhe que não seria inspiração...
Tal como a criança impedida de chorar
Ao ver partir a mãe!...
Blefe... - Não, tentativa do orgulho!
E rasbico, desenho, cantarolo...
In/re spiro canções que você deixou,
Minhas não porque assim o são...
Mas porque assim o quis!...
Misto de graça e ternura
A espantar-me fantasmas...
Supreender-me... um e um... são um!...
E para nós todo dia são SÁBADO,
- Para o resto do mundo não...
Lamento!
Tentativa sem regras: escrever sensações do hoje!
Hoje acordei querendo dormir!... Pensando em tantas coisas, histórias que já se foram, outras tantas que ao menos vivi!... Em vão tentei escrever sobre os sentimentos que desperta[m] em mim!...
Pensando, pensando, roendo unhas do amor que não tem medida, mas que há muito a poesia abandonou!...
Apaguei, reescrevi... O que transpiro? Ideias que me deixam insegura e assustada: bicho papão é/da vida!...
Queria poder dizer o quanto me alegra aguardar os sábados... aguardar o sono reparador... os “bom dia”... Não consegui... Inquietude não tão quieta... Suspensa no peito como balões...
Estilingadas seriam bem-vindas... ou apenas adiariam a vontade de dizer e não saber!?...
Longe de comparar... Comparo!... Tento me enganar, adiar o que quero gritar: não sei... e não saber me atrasa!... É... meu tempo é pontual!
Não sei o quanto... Não sei o tão longe... Li a alma de outrem... e a minha fica a ir ao encontro, depois volta assustada!...
... Voltar para as cobertas fica mais fácil do que saber que não é ou será igual... Saber que a vida possivelmente tenha se tornado mais séria, seca, talvez menos divertida!...
Dói!...
E medir o que não se mede soa para mim... no momento... como pedir para as flores não morrerem!... Não sei... não entenderá... Mas para mim o escrever compreende!...
Passarinhemos... à Quintana!
Passou!
Pensando, pensando, roendo unhas do amor que não tem medida, mas que há muito a poesia abandonou!...
Apaguei, reescrevi... O que transpiro? Ideias que me deixam insegura e assustada: bicho papão é/da vida!...
Queria poder dizer o quanto me alegra aguardar os sábados... aguardar o sono reparador... os “bom dia”... Não consegui... Inquietude não tão quieta... Suspensa no peito como balões...
Estilingadas seriam bem-vindas... ou apenas adiariam a vontade de dizer e não saber!?...
Longe de comparar... Comparo!... Tento me enganar, adiar o que quero gritar: não sei... e não saber me atrasa!... É... meu tempo é pontual!
Não sei o quanto... Não sei o tão longe... Li a alma de outrem... e a minha fica a ir ao encontro, depois volta assustada!...
... Voltar para as cobertas fica mais fácil do que saber que não é ou será igual... Saber que a vida possivelmente tenha se tornado mais séria, seca, talvez menos divertida!...
Dói!...
E medir o que não se mede soa para mim... no momento... como pedir para as flores não morrerem!... Não sei... não entenderá... Mas para mim o escrever compreende!...
Passarinhemos... à Quintana!
Passou!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
"Só sei que foi assim"...
Bordões que não se apagam,
Impregnam-se nas vestes que uso...
Está frio... Muitas roupas!...
... Cachecol, quase um condão!
E as mãos tiritantes, tremem, tremem...
Letras tortas saem, sangria verborrágica
- Espremem-se, lutam...
Quando todas têm um vão!...
Relógio, tempo, vento...
Que horas? Qual ar?
Quando? Quando?
E eu? Perambulo-ando!...
Já sei do que não será...
Já sei da lacuna crescente...
Já sei da falta sem vivê-la...
E esta já pesa...
Nem tudo são Jaz!...
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