sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

melancolHia

E no jardim semeiam-se alegrias triviais,
para colher saudade difusa,
pétalas confusas e sensíveis,
que, murchas, repousam em solo árido...

As lágrimas torrenciais mudam as flores,
que, mudas, já não despetalam,
mas despedaçam o coração do jardineiro!...

6 comentários:

  1. Os jardineiros amam muito as suas flores e foi
    bom que o lembrasse nesta sua poesia.
    Posso convidá-la a visitar o meu blogue
    http://sinfoniaesol.wordpress.com
    que acaba de completar um ano? Ficaria feliz.
    Beijinhos
    Irene Alves

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  2. Funda, funda sensibilidade neste poema, parabéns!

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  3. Triste fim de uma flor! Tão sensível e perecível! Por isso o belo também tem que ser apreciado ao seu tempo.
    Boa semana!! Beijus,

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  4. Que triste uma flor que já não se deixa despetalar. Pois é quando elas exalam seus melhores perfumes. Mas há que respeitar as estações. Nesse caso, cada caco do coração do jardineiro há de servir de vitral para, quem sabe, voltar a refletir novas cores...

    Lindíssimo poema, Nadine.

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  5. O jardineiro certamente ficou despedaçado com o despetalar desse jardim. Mas, eu
    fiquei maravilhada com seu poetar de muita rima.

    Beijos.

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... Falta a sua pitada!...