sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Canção da chuva mal-criada

(Imagem retirada do Google)

A chuva choveu,
molhou meu amor.
Nem beijo me deu
fez-me um favor...

Disse-me: molhas também,
afastas que é melhor.
Pensei: abraça-me meu bem,
saudade com poréns, tenhai dó!

... E a chuva cessou,
deu saltos o tempo.
Meu amor não secou
e a saudade: nublado firma/mento.

A chuva choveu com custódia,
pingaram canções de nostalgia.
Entoou sem prosódia,
virou o não-feito e o-que-faria.

11 comentários:

  1. Deixa chover, deixa a chuva molhar...
    Adorei!

    Saudaçoes

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  2. Muito bacana!

    Adoro essas construções poéticas divertidas e inteligentes.

    bj♫

    http://contosdarosa.blogspot.com

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  3. Ótimo o trabalho de linguagem do poema, a musicalidade, o ritmo agradável. Abraços!

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  4. "... virou o não-feito e o-que-faria."

    Lá... pois... fui!


    Beijo!

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  5. "virou o não-feito e o-que-faria."

    Chuva fria...

    Bjs, poeta. Bom fim de semana. Inté!

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  6. Uma canção delicada.

    O amor é natural. É natureza como a chuva.

    Beijos!!

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  7. Te choro, te choro,
    chuvinha chuviscou


    (Tom Zé)

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  8. Nadine! Esse poema maravilhoso virou musica! Posso cantar no meu show? : )

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  9. Beth!!!

    Uai, claro!!! Sinta-se à vontade para alterar!

    Beijos =)

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  10. Ebaaaa, lindo lindo, amei mesmo!Vou tirar as notas e gravar depois de mostro ta? Obrigadaaaaaa!!! : ) Bjs

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  11. Owww Beth... eu que agradeço!

    Obrigada pelo carinho!

    Beijos =********

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... Falta a sua pitada!...