sábado, 11 de dezembro de 2010

Sabelá que sábado!

(Imagem retirada do Google)

... E o sábado fez-se sem mim...
Eu não estava lá e mal sabia;
Não ouvi, ao menos toquei;
Um dia que não é o dia, não é dia!

... E o sábado fez-se sem mim...
Os ventos, os cheiros, texturas;
Camadas espessas de poeira na mobília;
Um quase imaginar de dois ao lado igual um!

... E o sábado fez-se sem mim...
Hoje não estou, logo não sou;
Ainda sim o dia é assim:
O sol permanece, sabiá canta;
Sem que eu esteja!

... E o meu sábado não se faz sem ele!...


(Obrigada a todos!... Sempre =) )

3 comentários:

  1. Nadine, meu comentário pode parecer tendencioso, mas... Ah, os sábados! Fazia tempo que eu não me sentia tão dentro de um poema. Muito bom mesmo.

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  2. obrigado pela visita amiga...

    Aquele poema era uma idéia antiga, sempre quis escrever sobre "eles", mas de um aforma mais carinhosa possível..e deu certo.

    beeeijos, fico feliz que tenha gostado.

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... Falta a sua pitada!...