sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Da brisa com brio


[Meu caro, sinto-o com novos ares...]

Vácuos em seu peito com florestas equatoriais a expandir
... Uma brisa ainda insiste em limpar-lhe o pó dos sapatos



Tens razão para não dormir, ter o peito a palpitar descompassado
... e a brisa ainda vela teu sono, sopra-lhe afagos



Meu caro, encontrou sua musa de versos fixos
... a brisa ainda lhe sopra músicas aos ouvidos, inspira a inspiração



Encontras seu ar... motivos para sonhar
... a brisa? ajuda-lhe a respirar, quando tudo parece seco


Brisa lhe tocava suave as mãos;
Secava-lhe duras lágrimas,doce aragem.
O esquecimento chegou como tufão,

Tal como sua mais nova estação...

A brisa sempre admirada, mas não se pode ver o vento...
A brisa, após apagar-se... recupera-se e ainda permanece a contemplar...
E a brisa... sou eu!

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